Escócia e Hadrian’s Wall | Setembro 2014

Processed with VSCOcam with a6 preset
Processed with VSCOcam with c2 preset
Processed with VSCOcam with c2 preset
Processed with VSCOcam with c3 preset
Processed with VSCOcam with c3 preset
Processed with VSCOcam with c2 preset
Processed with VSCOcam with c1 preset
Processed with VSCOcam with c1 preset

Dormir: Desta vez, e com a excepção da pimeira noite passada em Newcastle, fizemos de Edimburgo o nosso ponto de descanso e recorremos ao AirBnB pela primeira vez. A experiência foi muito positiva, o nosso anfitrião foi muito simpático e deixou-nos uma série de produtos base em casa. O resto foi comprado em supermercado e ter uma casa só para nós foi mais tranquilo e permitiu adaptar os nossos ritmos. Ficamos na parte inferior do Royal Mile (extremamente centrais) e, como todos os prédios em zonas históricas, o apartamento tinha um pequeno problema de isolamento de barulhos, mas nada que fosse por aí além. No caso de Edimburgo, e tendo em conta os preços dos hotéis que vimos, compensou.

Comer: Em Edimburgo, The Huxley para os hambúrgueres e Kan Pai para o melhor sushi. Pertinho do Lago Lomond há também o The Balloch House, comida caseira e o melhor ambiente (com uma lareira acesa… não preciso de mais nada).

Visitar: Apesar de termos voado directamente para Edimburgo, fomos um pouco para sul nos primeiros dias. Depois da Scottish Border, tínhamos como objectivo a Hadrian’s Wall, fortificação romana contruída no norte de Inglaterra conhecida, em conjunto com a Antonine’s Wall – que visitámos já mais a norte, perto de Edimburgo – como as fronteiras do Império Romano. A Hadrian’s Wall é a melhor conservada e informação sobre a rota a seguir é encontrada facilmente.

De volta a terras escocesas, houve tempo para visitar a Melrose Abbey, umas das Border Abbeys. Uma visita a um dos lagos é também indispensável, portanto escolhemos o Loch Lomond. Relativamente perto de Glasgow, permite ainda assim uma vista magnífica sobre a natureza escocesa.

Gostei bastante de Glasgow: uma grande rua comercial (Buchanan Street) e a impressionante Glasglow Cathedral e Necropolis. Mas a cidade estava cheia de estudantes em começo de aulas, o que tornou a experiência cansativa. A rede de transportes também não é a mais simples, na minha opinião. Há um metro que circula em círculo, mas que não tem paragens nos sítios mais típicos. Assim sendo, restou-nos os autocarros.

De Edimburgo adorei quase tudo. A cidade antiga tem uma luz linda (tivemos alguma sorte com o tempo) e os edíficios são escuros e imponentes. Ficando só na Royal Mile, na lista a visitar está o The People’s Story, o Camera Obscura e, por detrás do Parlamento, o Our Dynamic Earth. Para as compras, a larga e longa Princes Street. Mais uma vez, a rede de transportes não foi a mais fácil de navegar, e acabámos na maior parte das vezes optar por andar a pé.

Não é segredo que tenho um preconceito positivo pelo Reino Unido. Em geral penso que a vida é muito mais ao meu ritmo por aqueles lados e esta viagem mostrou-me que isso não é um exclusivo de Inglaterra. A Escócia merece, sem dúvida, mais algumas visitas.

Anúncios
Escócia e Hadrian’s Wall | Setembro 2014

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s