Copenhaga | Janeiro 2012

Já passou quase um ano e eu pouco consegui falar sobre a viagem do ano passado, a não ser para reclamar o facto de uma das minhas malas ter ficado perdida na estação central de Copenhada. Depois de termos passado pela Bélgica e pela Holanda (posts que ficam para mais tarde… decidi começar esta história pela ordem inversa), chegamos à Dinamarca para passar os últimos dias das nossas férias. Os dias eram curtos (estavamos no inverno) e estava muito frio e chuva. Ainda assim, Copenhaga deixou a melhor das impressões.

Ficámos hospedados num hostel de um hotel. Não foi a escolha mais confortável, mas foi decididamente a mais barata numa das mais caras cidades europeias. As casas de banho eram partilhadas, mas o pequeno almoço era bom e generoso. Todos os dias conseguíamos comer e ainda levar alguns bolos para o lanche (todos os dias o hotel  recolhe o que sobra do pequeno almoço e colocam os bolos nas mesas à entrada, para que os hóspedes possam levar consigo um pequeno lanche).

1. Christiania

Uma das paragens obrigatórias foi Christiania, um bairro da cidade dinamarquesa que proclamou a sua própria autonomia e que vive sob regras próprias. Christiania é interessante pelas casas (são todas diferentes e construídas pelos habitantes), pelo comércio e pela venda de substâncias ilícitas. Por todo o lado podemos ver murais e construções muito interessantes.

Christiania tem uma série de regras para proteger os seus habitantes, e uma delas é… não tirar fotos a Christiania. Como visitámos o bairro pela manhã, vendo como a vida se desenrolava, decidimos que não iamos tentar desafiar as regras. Assim, percorremos as ruas, vendo como se comportavam as pessoas, vendo as bancas que vendiam coisas mais ou menos ilícitas e, no final, tendo o cuidado de não apanhar ninguém, lá fiz a minha foto, de fora do bairro.

2. Arbejdermuseet

O Museu dos Trabalhadores é um dos mais interessantes da cidade, e não apenas pela estátua do Lenine que têm nas traseiras. É essencial para perceber a evolução dos direitos dos trabalhadores na sociedade dinamarquesa (marcadamente social democrata) e é muito interactivo.

3. Den lille havfrue

O dia em que fomos ver a famosa estátua, estava um frio horrível e imensa chuva. Na verdade, a estátua fica bastante longe de tudo e é mesmo muito pequena, sem falar no facto de estar sempre cheia de turistas.

4. Kronborg

Aproveitámos um dos dias para fazer uma viagem um pouco mais longa: a Helsingør. Esta cidade tem uma das atracções mais conhecidas da Dinamarca: o Kronborg. Este castelo é conhecido como o Castelo do Hamlet e, apesar de estar em obras, valeu muito a pena. Tivemos sorte porque no final pudemos usufruir de uma visita guiada praticamente privada, da única guia que falava inglês. Das janelas do castelo podemos ver a Suécia logo ali e nas caves (para a visita às caves é fornecida uma lanterna) podemos encontrar a conhecida estátua do Ogir. Reza a lenda que este Rei acordará quando a sua ajuda for necessária para salvar o seu país.

5. Københavns Bymuseum

No último dia, e antes de irmos embora, ainda conseguimos ir ao museu da cidade. Um edíficio bastante interessante, no meio da cidade, com uma colecção muito boa que explica o que significa ser cidadão de Copenhaga, para os naturais e para os emigrantes. Como bónus, havia uma exposição temporária sobre o tratamento do lixo que ainda hoje recordamos.

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