Próximas compras

Sim, da Singer

Trata-se de querer relembrar a costura (homenagem à minha avó?) e de estar cansada de pagar mais de 20 euros para fazer uma baínha das calças na loja, e além do preço, ter de esperar uma semana!

 

Mistura de Raclette com a possibilidade de fazer grelhados e bife na pedra. Preciso de dizer mais alguma coisa?

Belfort | França | Abril 2013

 

No fim de semana grande da Páscoa, e antes de partirmos em direcção a Genebra, decidimos dar um passeio até Belfort, França. Pequena cidade junto à fronteira com a Suiça, conhecida pelo gigantesco Leão de Belfort, símbolo da resistência ao cerco à cidade durante a Guerra Franco-Prussiana.

Tipicamente francesa, com uma cidadela e uma catedral para visitar e sem muitos turistas, serviu igualmente para matar saudades de uma boa refeição.

As pequenas ruas, o comércio parecido com o nosso e a maior acessibilidade da língua, fez-me lembrar os nossos planos, há um ano: mudarmos para um país francófono. Não falhámos por muito, apenas nos mudámos para um país com mais duas línguas oficiais, além da francesa!

Sobre os comboios

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A minha nova vida incluiu uma adaptação às viagens de comboio.

Claro que em Portugal usei bastante o comboio e o autocarro, ainda que por motivos profissionais o uso do carro tenha sido predominante nos meses que antecederam a nossa mudança. Mas a utilização dos transportes públicos por estes lados faz-se de forma diferente.

Em primeiro lugar, viver num dos países mais seguros da Europa tem as suas vantagens: não há um dia em que não se veja alguém a usar o seu computador ou tablet ou smartphone ou qualqier outro tipo de tecnologia, para trabalhar ou em divertimento, durante a viagem.

Pela minha parte, os meus 45 minutos de viagem servem para: ler um livro no kindle, ler uma revista, consultar e responder a emails, dar uma espreitadela no Facebook, ler os blogs que sigo no Bloglovin, ver as notícias (nacionais e internacionais), ocasionalmente fazer os trabalhos de casa do curso de alemão.

O que já fiz e o que falta fazer…

Raclette

Na Suíça já experimentamos o fabuloso fondue de queijo e fondue chinoise. Agora chegou a vez da Raclette.

Tenho de admitir que foi uma óptima experiência. Muito menos enjoativo que o fondue de queijo (mas igualmente pesado) e mais diversificado em relação a ingredientes.

O que ainda não experimentamos: fazer ski/snowboard e tomar banho num dos lagos em pleno verão.